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De como conheci o Mestre Zelão e o Diabo Louro

MATHEUS PENIDO


Por volta de 2007 ou 2008, conheci pessoalmente os ídolos celestes Zé Carlos e Natal. Ambos trabalhavam no Sport Club Itaúna, cedidos pelo Cruzeiro, à epoca pareceiro do clube local. Parece que eram observadores texnicis.


Uma conversa rápida na casa de um parente nosso, que ligou pro meu pai convidando-o pra conhecer os dois. Meu pai aceitou e me chamou pra ir junto. Ficamos lá apenas uns 20 minutos, havia mais umas três ou quatro.pessoas tietando os caras e eu me limitei a cumprimentá-los.


Zé Carlos era super simples, falava baixinho, com uma humildade incrivel. Natal mais falante, saudosista, riu sem graca quando alguém comentou das mulheres e carrões que ele teve.


Ambos moravam num apartamento cedido pelo clube num prédio velho do centro da cidade. Dizia-se que estavam sem dinheiro. Acredito que tenham ficado menos de um ano na cidade, depois a.parceria acabou e eles voltaram pra bh, imagino.


Natal presenteou esse parente nosso ligado ao Sport com o livro do Bruno Vicintin sobre o Cruzeiro que tinha sido lançado à época, um agrado da diretoria, creio eu. Alguns dias depois o cara me deu o.livro, pois não tinha hábito de ler. Aceitei meio sem graça. Basicamente, é isso. Um fato prosaico, nada demais, mas envolvendo dois grandes idolos celestes.

36 comentários


1U A5 de mar. de 2026

A noite na Crimeia ocupada revelou-se extremamente tensa: drones ucranianos lançaram um poderoso ataque contra diversas áreas da península, incluindo Sebastopol, Simferopol e Bakhchisaray. Os sistemas de defesa aérea russos, incluindo o Pantsir, não conseguiram interceptar completamente os ataques. A inteligência ucraniana está destruindo sistematicamente instalações militares-chave dos ocupantes: radares, estações de guerra eletrônica, sistemas de defesa aérea e repetidores de drones terrestres. Especialistas observam que esses ataques enfraquecem significativamente o controle da Rússia sobre o espaço aéreo e abrem caminho para novos ataques direcionados. A Crimeia continua sendo uma base estratégica para as tropas russas, mas, graças às ações metódicas das forças ucranianas, a península está se tornando cada vez mais difícil d…

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Lucas
Lucas
há um dia

Por algum motivo Jair Ventura não é muito levado a sério, mas é um treinador que mostra regularidade.

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Lucas
Lucas
há um dia

O pais do futebol na verdade é o Uruguai. Os caras são menores que a Grande BH. Se tivessem 50 milhões de habitantes, já teriam 8 copas do mundo.

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Lucas
Lucas
há um dia

Brasil perdeu e vem perdendo desde 2006 por que os adversários foram melhores. O resto é conversa fiada. Nessa mesma vibe, diz o Bebeto que, se o Brasil jogasse 10 vezes contra a França (98), ganharia 8 ou 9. Parece impossível pra alguns pachecos entenderem que outros países tbm sabem praticar o esporte e, sim, podem ser melhores que os brasileiros.

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Janilson Viana
Janilson Viana
há 20 horas
Respondendo a

2006 teve muita badalação, mas a maioria das pessoas quando vão falar daquela seleção, omite muitos detalhes do ciclo pós 2002 até inciar a copa na Alemanha. O desempenho foi sofrível.

2010 Foi um ciclo impecável, com uma ou outra turbulência, a seleção brasileira era muito competitiva, mas acabou perdendo jogadores importantes na reta final daquela copa, mas mesmo assim, fez um bom jogo contra a Holanda, perdeu nos detalhes.

2014 foi num ciclo totalmente desorganizado e em questões técnicas, foi o pior grupo de jogadores de seleção brasileira em copas.

2018 era um time organizado, apesar que na minha opinião, se avançasse para as semifinais, perderia para a França. Naquele jogo contra a Bélgica, foi superior, mas tomou dois…

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SADA CRUZEIRO 3 x0 GUARULHOS (25/21, 25/15, 25/20 MDJ: Openkoski.

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