Japa, Pereira, William, Moraes, os bons
- Jorge Angrisano Santana
- há 21 horas
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Atualizado: há 9 horas
CRUZEIRO 3x 3VASCO, 15mar26dom20h30, Mineirão, Belo Horizonte, 6ª rodada Brasileiro 2026. Torcida ajudou o adversário.
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CRUZEIRENSES ocuparam apenas 1/3 dos lugares no estádio. Durante o jogo, apoiaram o time quando ele estava em vantagem, e o vaiaram quando estava perdendo. Foi solidária nos bons momentos e descomprometida nos maus. Nas redes, uma enxurrada de tolices sob a batuta de influenciadores digitais. (SÍNDICO)
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ÁRBITROS cometeram algumas gafes. O juiz chegou a interceptar um chute de Lucas Silva e em seguida, entregar a bola para o Vasco. No fim, sofreram assédio moral e ameaças físicas dos cartolas do Vasco. (SÍNDICO)
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TITE em sua última partida à frente do Cruzeiro, montou o melhor time possível nas circunstâncias e fez substituições oportunas, que permitiram ao time alcançar o empate nos acréscimos. Sua equipe foi tática e tecnicamente superior em 80% do jogo. Nos poucos minutos de baixa de atenção, sofreu dois gols que mudaram os rumos da partida. Depois, na reta final, sofreu um gol aleatório, com uma bola desviada, impossível de ser defendida. Resumo da ópera: trabalhou bem na montagem do time, mas foi punido pela má sorte e pela estultice da torcida, que muitas vezes jogou contra. (SÍNDICO)
JAPA emtrou nos minutos finais e foi areás do gol salvador da pátria celeste. Conseguiu e se tornou o nome do jogo. (SÍNDICO)
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MORAES entrou nos minutos finais e centrou a bola para o gol de empate. (SÍNDICO)
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CUNHA, no geral, teve pouco trabalho. Defendeu uma bola difícil e sofreu três gols inapeláveis, em bolas impossíveis de serem defendidas. Os termocéfalos e os aloprados já decidiram que ele não pode ser o goleiro do time. Puro descontrole emocional! (SÍNDICO)
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WILLIAM foi destaque no primeiro tempo, com boa marcação e subidas ao fundo, apesar de ter recebido poucas bolas em condições de cruzamento. Falhou na marcação no lance do segundo gol. (GE)
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FABRUNO foi pouco exigido no primeiro tempo. Na etapa final, foi um dos jogadores que não reagiram para marcar Cauan Barros no primeiro gol. GE)
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VILLALBA exagerou nos lançamentos longos, especialmente no primeiro tempo. Em uma tentativa dessas, pelo meio, deu a posse para o Vasco no segundo gol. GE)
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WANDERSON entrou nos minutos finais e pouco tocou na bola. GE)
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KAIKI foi ao ao ataque para dar assistência para Christian no primeiro gol. Na defesa, , teve dificuldades para marcar Andrés Gómez. GE)
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MATHEUS Henrique sentiu dificuldades para encurtar marcações na frente da área. Assim saiu o terceiro gol, em momento que o Cruzeiro tentava pressionar pela virada. GE)
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LUCAS Silva contribuiu pouco com a saída de bola do time pelo meio, sendo burocrático em vários momentos. GE)
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VILLAREAL teve boa participação no segundo tempo, caindo pela esquerda, mas também se aproximando de Chico como segundo atacante. Com desvio involuntário, marcou o gol do empate. GE)
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CHRISTIAN esteve bem nos primeiros 30 minutos, quando o Cruzeiro foi mais perigoso no ataque. Marcou o gol com oportunismo de atacante. GE)
ARROYO entrou para dar volume ao ataque pela direita, mas demonstrou um erro que o acompanha na trajetória pelo clube: o acabamento das jogadas. GE)
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PEREIRA foi o mais regular da equipe, mas sentiu falta de companhia em lances próximos à área adversária. Saiu do pé dele, na intermediária, o lançamento para Kaiki, que escorou para Christian marcar. (GE)
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GERSON teve mais liberdade de movimentação e conseguiu boas tramas com Matheus Pereira, mas ainda aquém do esperado. GE)
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CHICO da Costa foi a novidade para a partida, não teve muita participação, mas fez valer a oportunidade com presença de área. Movimentou-se bem e cabeceou em direção. A bola desviou em Néiser, confirmado como autor do gol. GE)
TOLENTINO PUXA O CORDÃO DAS INCONSOLÁVEIS VIÚVAS DO JARDIM.
A diretoria deveria ter optado por um treinador que mantivesse o estilo implementado pelo LJ de compactação sem a posse e verticalidade com a bola. No fim a busca por mais “protagonismo” saiu cara.
Ademais era um treinador que já não mostrava a mesma vitalidade pra liderar um novo projeto como outrora. Vindo de um trabalho contestado no FLA e um longo período de afastamento do futebol.
A opção por Tite para substituir Jardim foi um erro previsível. Uma ruptura muito brusca na linha de trabalho que vinha sendo executada e com um curto período de adaptação dado o início mais cedo da temporada atual.
O contrato com Tite — até dezembro de 2026 — previa pagamento de multa para rescisão antecipada. As partes mantêm sigilo sobre valor e forma de pagamento.